. Título: O Resgate do Cacique Vermelho | . Título Original: The Ransom of Red Chief | . Autor: O. Henry ( William Sydney Porte ) | . Editora:  FTD | . Edição Lida: O Resgate do Cacique Vermelho e Outras Histórias - Conto # 3 | . Literatura Estrangeira - Americana | . Tradução: Fernando Santos | . 26 Páginas | . Ano: 2016 | . 5

 . Título: O Resgate do Cacique Vermelho | . Título Original: The Ransom of Red Chief | . Autor: O. Henry | . Editora:  Wish | . Série: Sociedade das Relíquias Literárias #1 | . Literatura Estrangeira - Americana . Tradução: Camila Fernandes | . 18 Páginas | . Ano: 2020 | . 5★  

 

    Olá pessoal!

   Através da editora Wish eu descobri o projeto Sociedade das Relíquias Literárias e desde o início, eu fiquei bastante curiosa pelos contos que são oferecidos aos apoiadores. Resumidamente são textos clássicos, raros ou esquecidos pelo tempo que a Wish está resgatando desde 2020 e na minha singela opinião são uma mina de ouro. Gosto tanto que até criei o projeto particular, Sociedade das Relíquias Literárias para ler todos os contos de maneira cronológica de publicação. A história escolhida para iniciar o projeto foi O Resgate do Cacique Vermelho de O. Henry e posso dizer que proporcionou uma leitura bem divertida, tanto que é a terceira vez que leio.

  Publicado originalmente 1907, O Resgate do Cacique Vermelho também conhecido como O Resgate do Chefe Vermelho, conta a história de dois forasteiros, Sam e Bill que decidiram sequestrar um garotinho que mora na cidade Summit, sul do Alabama. Sabendo que Summit era uma cidadezinha pacata, os sequestradores tinham certeza que o sequestro do filho  de Ebenezer Dorset seria um sucesso e logo estariam com dois mil dólares nas mãos. Contudo, nem todo plano da certo, os dois sequestradores malandros não imaginavam que Johnny era um menino levado. Um verdadeiro pirralho disposto a fazer os dois foras da lei de gato e sapato.

   Não vou contar os fatos e os acontecimentos que fizeram dar errado neste golpe dos dois malandros para não estragar a experiência  dos leitores que ainda não leu o conto. No entanto, sabe aqueles filmes da Sessão da Tarde, Esqueceram de Mim, Denis – O pimentinha e O Pestinha? Quem é mais ou menos da minha faixa etária deve ter deliciado bastante com esses filmes na própria infância e adolescência, pois então, O Resgate do Cacique Vermelho contém uma história dessa proporção. O garotinho da história é um verdadeiro pestinha que o leitor passa ficar com dó dos malandros que sequestraram o garoto.

  A leitura é muito rápida por conter pouquíssimas páginas e sendo sincera, não tem nada demais na história. Ela previsível do começo ao fim, mas é tão divertida que fiquei com aquela sensação que fui  transportada para o passado no meio do faroeste com dois foras da lei nem tão inteligentes como imaginavam, tendo em mãos um menino incorrigível e maldoso. Terminei a leitura com gostinho de quero mais, então eu conferi a versão impressa da editora FTD que tenho na minha biblioteca. A tradução é focada para infantojuvenil com algumas diferenças, se for comparar com versão digital da editora Wish. No final das contas, vale a pena ler em qualquer tradução, pois a história é ótima para entreter. 

   Recomendo a leitura para todos os leitores, especialmente para quem deseja uma história leve para ler, com muito divertimento e um pouco fora da realidade. O Resgate do Cacique Vermelho é contém uma história levinha e uma ótima dica de leitura. Foi comédia pura!

 

Confira todos os contos do projeto Sociedade das Relíquias Literárias  

 

“O menino parecia estar aproveitando a vida como nunca. A diversão de acampar numa caverna o fez esquecer que ele mesmo era prisioneiro.”

 


 

   Sobre o autor:

  O. Henry (1862 - 1910) era o pseudônimo de William Sydney Porter, um dos maiores contistas americanos do século XIX e um dos autores mais populares do seu tempo. Em seu conto "The Caballero's Way", publicado em 1907 na coletânea Heart of the West, criou o personagem Cisco Kid, descrito como um bandido no livro, tornou-se um herói em adaptações para o cinema.

 

  Beijos e até a próxima!